| Cuidado com eles |
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Caso PDG mostra que é importante atentar para o poder dos proxy advisors |
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As firmas especializadas em recomendação de votos em assembleias de acionistas, também conhecidas como proxy advisors, funcionam como oráculos para investidores de companhias sem controladores definidos. Seu papel na cadeia decisória dessas empresas é preponderante, já que grandes investidores institucionais, detentores de participações em inúmeras corporações, se baseiam nessas consultorias ou confiam totalmente a elas a direção de um voto. Estudos estimam que mais de 10% dos votos de acionistas nos Estados Unidos seguem orientações da Institutional Shareholder Services (ISS, hoje pertecente ao grupo MSCI), a maior proxy advisor do mundo. No Brasil, a atuação dessas firmas sempre foi tímida, dada a forte concentração acionária das companhias locais, geralmente controladas por famílias ou grupos empresariais. Aos poucos, isso parece estar mudando por aqui.
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