| Controlador faz falta? |
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Companhias de capital pulverizado enfrentam dificuldades nos negócios e tempo ruim na Bolsa — e é possível que alguns desses problemas tenham sido agravados pela ausência de um dono |
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Festejadas como sinal de amadurecimento do mercado de capitais brasileiro, as companhias de capital pulverizado têm dado trabalho aos seus acionistas. Algumas estão entre as maiores desvalorizações da BM&FBovespa, castigadas por investidores insatisfeitos com os rumos do negócio. Das 15 quedas mais chamativas nos últimos seis meses, segundo levantamento da Economática até o fim de abril, dez são de empresas cujo maior acionista tem menos de 50% dos votos. O mau desempenho tem levado o mercado a refletir. Estariam os acionistas controladores fazendo falta a algumas companhias? Ou ainda: seria a pulverização do capital, que abre as portas para o ativismo dos pequenos acionistas e dá tantos poderes a diretores e conselheiros de administração, um modelo plausível em qualquer empresa?
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