Mark Zuckerberg quer ser seu sócio. André Esteves também. Em breve, o Facebook deve listar ações na Nasdaq ou na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse). O BTG Pactual pretende estrear, simultaneamente, na BM&FBovespa e na Euronext Amsterdam. Eles têm tudo para fazer as duas ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) mais comentadas de 2012 em seus países de origem. Seus líderes, além de estarem à frente de negócios bem–sucedidos, guardam outros pontos em comum. Zuckerberg criou a maior rede social do mundo — com 845 milhões de usuários ativos, segundo o prospecto preliminar — aos 19 anos, quando era um estudante universitário de classe média. Formado em ciências da computação, André Esteves começou a trabalhar no Banco Pactual nos anos 1980 como analista de sistemas e, aos 45 anos, é CEO e principal acionista do BTG Pactual, um dos mais atuantes bancos de investimento do País. E os dois, ao que tudo indica, querem continuar soberanos em suas companhias. Ambos anunciaram que vão garantir para si classes de ações com poderes especiais. Essa escolha faz sentido para controladores que buscam se alavancar, mas, para investidores, é um sinal claro e preocupante de que práticas antiquadas de governança corporativa estão retomando espaço. E, o pior, por iniciativa de empresas badaladas.
AINDA NÃO SOU ASSINANTE
Torne-se
um assinante da Capital Aberto e acesse o melhor conteúdo sobre o mercado
de capitais.
Assinatura anual por apenas R$ 231,00, em 6 x de R$ 38,50 nos cartões Visa ou Mastercard ou à vista no boleto bancário.
Além
dos produtos enviados ao seu endereço – edições
da revista, publicações especiais e guias –, você pode
consultar em nosso site a biblioteca com todas as matérias já publicadas,
desde a edição nº 1. E também lê as reportagens
do mês dias antes dos leitores da versão impressa.
Em
caso de dúvida, contate nossa central de relacionamento: contato@capitalaberto.com.br
Tel.: (11) 3775-1601
Atendimento de segunda a sexta das 9h às 18h